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13/05/2026

Segundo episódio de A Síndica já está no ar

Patrocinado pelo RIB, podcast apresentado por Chico Felitti traz, ainda, um novo capítulo da minissérie "De quem é essa terra?"

Entrou no ar a zero hora desta quarta-feira (13) o segundo episódio de A Síndica, mais recente produção do jornalista Chico Felitti. Patrocinado pelo Registro de Imóveis do Brasil (RIB), o podcast narra a polêmica administração de Maria Lima das Graças no Conjunto Governador Juscelino Kubitschek, o popular JK, edifício localizado no Centro de Belo Horizonte, e está disponível nas principais plataformas de áudio (clique aqui para ouvir no Spotify).
 
No novo capítulo, ao historiar a construção do condomínio, Felitti revela como um projeto originalmente ambicioso nunca saiu do papel por conta dos acontecimentos políticos vividos pelo país nos anos posteriores à sua idealização e narra a ascensão da "doutora Graça" ao cargo de síndica. A partir daí, passa a desfiar um rol de arbitrariedades cometidas contra condôminos que de alguma forma se opuseram à administração, até chegar a uma situação surreal vivida por uma moradora que se tornou alvo de nada menos do que 66 notificações judiciais, além de duas ações cíveis e uma ação criminal, apenas por ter encabeçado um grupo de pessoas dispostas a disputar uma eleição no JK.
 
Já na minissérie "De quem é essa terra?", que acompanha A Síndica, desta vez, o jornalista foi a Manaus para conversar com Thaís Vieira Soares, que diariamente percorre a floresta amazônica para atender comunidades ribeirinhas que carecem de segurança jurídica sobre as propriedades que ocupam há gerações. "Sou uma pessoa muito feliz, muito realizada, (por) poder, através da minha profissão, cumprir uma função social, uma função de cidadania, de dignidade humana", diz a tabeliã e registradora que foi responsável por regularizar as propriedades de um município inteiro, chamado Lábrea, situado às margens do rio Purus, a sete dias de barco da capital amazonense.
 
Dez quilos de moedas
No episódio inaugural de A Síndica, além de ter registrado as conturbadas assembleias realizadas no prédio, Felitti deu voz a personagens que entraram para a história do JK, como o condômino que, após ter colaborado com a administração, se tornou um desafeto da administradora e viveu situações inusitadas nos últimos anos. Ou a condômina que, ao ser constrangida a quitar o valor do condomínio em dinheiro, se valeu de dez quilos de moedas para cumprir a determinação.
 
Ainda no primeiro episódio, a minissérie "De quem é essa terra?" revelou uma "assombração burocrática" relativa ao próprio JK, só solucionada graças ao empenho de um oficial substituto do 1º Ofício do Registro de Imóveis de Belo Horizonte, que concentra 600 das pouco mais de mil matrículas do prédio. 
 
Clique aqui para ouvir o primeiro episódio.