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23/02/2026

Entenda como cartórios contribuem com o desenvolvimento do país

Com o tema "O Registro de Imóveis como impulsionador econômico em 2026", novo episódio do RIBCast já está disponível

Em cerca de 20 anos, o volume de crédito imobiliário em circulação no país saltou de menos de 1% do Produto Interno Bruto (PIB) para aproximadamente 11%, dado o crescimento do nível de confiança necessário para que as transações se efetivem. E uma das razões para isso tem sido a consolidação da alienação fiduciária, instrumento que, sob a guarda dos cartórios de Registro de Imóveis, torna as operações cada vez mais seguras. 
 
Esses e outros números foram apresentados pelo diretor-executivo da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip), o economista Filipe Pontual, durante o segundo episódio da quarta temporada do RIBCast, podcast do Registro de Imóveis do Brasil (RIB), levado ao ar no último sábado (21).
 
Segundo ele, mais do que segurança jurídica para as instituições financeiras aceitarem imóveis como garantia nas operações, o registro reduz o custo do financiamento, ao permitir que se reduzam as taxas de juros cobradas nas transações, outro fator impulsionador do mercado.
 
O episódio também contou com a presença do 4º oficial do Registro de Imóveis de São Paulo, Ivan Jacopetti do Lago, secretário-geral do Irib e diretor acadêmico da Arisp/RIB-SP, que destacou como o Registro de Imóveis atua nesse cenário. "A sociedade funciona por meio de trocas. Nesse sentido, o registro é fundamental na medida em que assinala com segurança o que pertence a quem", observou.
 
Digitalização
 
Para Filipe, a parceria firmada entre os agentes de crédito imobiliário e as serventias para fazer avançar o registro digital tem sido outro componente importante da expansão registrada no país. "Por isso, aguardamos com ansiedade um provimento que está perto de ser editado pelo CNJ, que ajudará a acelerar muito o processo", disse. 
 
Ainda segundo ele, o objetivo é que o procedimento seja concluído em no máximo cinco dias e a troca de documentos entre banco e Registro de Imóveis seja 100% eletrônica, o que tornará o crédito ainda mais barato. "Quanto mais rápido, menor será a taxa de juros cobrada pelo sistema bancário."
 
Clique aqui para assistir ao episódio no YouTube e aqui para ouvir no Spotify.
 

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